• Arautos d'el Rei
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Doutrina Monárquica
Estabilidade e Continuidade PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
    A estabilidade dos poderes do Estado é um postulado da ordem social e da justiça, como a continuidade de orientação governativa é indispensável ao prosseguimento de uma obra ou ao cumprimento de uma missão nacional.
    Se o Poder muda continuamente de mãos sem uma orientação superior estável, quebra-se a continuidade necessária. Ora é isto o que acontece na normalidade republicana.

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Da reabilitação do ideal Monárquico, à reimplantação da Monarquia PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Não basta estimular na sociedade portuguesa a afectividade pela Casa Real, não basta recuperar o sentido da nossa herança histórica, é também essencial que o projecto monárquico dê uma resposta política actual e moderna, aos problemas sociais, políticos e que represente a verdadeira mensagem de esperança de Portugal se reencontrar e de encontrar o seu futuro.

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Qual a diferença?... PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Para que serve uma monarquia que não preserva na sua nação os valores de uma sociedade justa e sã, baseada no respeito à Vida e à Lei Natural? De que serve à nossa vizinha Espanha ter um monarca que não defende o seu povo das leis iníquas de um governo que manifesta abertamente o seu repúdio à religião e à família? Qual a diferença entre a "monarquia" socialista da Espanha e a nossa república socialista? Não será afinal a mesma coisa?
É a mesma coisa, sim, quando o monarca não defende valores, quando não faz o devido uso da sua incomparável autoridade moral, quando não assume posições categóricas em questões de interesse nacional ou internacional, em suma, quando em nome de uma suposta "imparcialidade" se torna cúmplice de correntes políticas que visam a aniquilação da identidade nacional para depois construírem uma "nova ordem" baseada num Estado todo-poderoso e numa sociedade escravizada, sem memória histórica, sem estrutura familiar, sem direitos e sem religião.
Para ser autêntica e sustentável, a Monarquia tem que se apoiar nos valores da nossa Civilização Cristã, cabendo ao Monarca zelar pela sua observância e proteger o seu povo dos maus governos.
 
Chefe de Estado improvisado ou preparado? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Está na Chefia do Estado uma das mais importantes diferenças entre as formas de governo republicana e monárquica.

Para os republicanos, o Chefe de Estado deve ser escolhido. Para os monárquicos, deve ser hereditário e preparado.

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Carta do Tenente-Coronel Joaquim Mouzinho de Albuquerque ao Príncipe Real D. Luís Filipe PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
"[...] ninguém como o Rei tem de se esquecer de si para pensar em todos, […] ninguém como ele tem que levar a abnegação ao maior extremo, ninguém como ele precisa de ser soldado na acepção mais lata e sublime desta palavra. […] o Rei é uma sentinela permanente que não tem folga porque, nomeado por Deus, só Ele o pode mandar render e então envia-lhe a morte a chamá-lo ao descanso. Enquanto vive tem o Rei de conservar os olhos sempre bem abertos, vendo tudo, olhando por todos. Nele reside o amparo dos desprotegidos, o descanso dos velhos, a esperança dos novos; dele fiam os ricos a sua fazenda, os pobres o seu pão e todos nós a honra do país em que nascemos, que é a honra de todos nós! Para semelhante posto só pode ir quem tenha alma de soldado!

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Actualidades

Um atentado contra o nosso património, o nosso povo e o nosso desenvolvimento

"A consolidação das nossas fronteiras políticas levou cerca de 100 anos ou quatro gerações (do Fundador a El-Rei Dom Afonso III, seu bisneto), mas o desenvolvimento e a consolidação de uma ortografia entre nós levou cerca de 700 anos (ou seja, mais de 20 gerações) desde o início do século XIII até finais do século XIX e inícios do século XX.
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O declínio dos nossos Valores dá lugar à ascensão do neo-paganismo

"Privadas dos seus princípios legitimadores externos e superiores, as modernas sociedades europeias parecem ter sido como que atingidas pela síndrome da autodestruição. Corolário deste facto é o êxito que conhecem as seitas, a recuperação das superstições, o entusiasmo pela cartomancia, o culto das estrelas e o hedonismo, mas também a atracção pelo islamismo, que é simultaneamente uma espiritualidade de substituição de acesso fácil e um instrumento de autopunição particularmente atractivo para a alma europeia suicidária e autoflagelatória."

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A ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA

"O mundo tem de se tornar muçulmano. [...] Há 50 milhões de muçulmanos na Europa. Há sinais de que Alá pretende fazer triunfar o Islão na Europa, sem o recurso aos sabres ou a outras armas de conquista militar. Estes 50 milhões de muçulmanos vão transformar a Europa num continente muçulmano em poucas décadas.

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