|
A estrutura republicana da falência económica e da corrupção |
|
|
|
Excerto do artigo "Estrutura Governamental e Redução da Despesa Pública" por Miguel de Lucena e Leme Côrte-Real (Advogado)

_____________________ Sócrates e Teixeira dos Santos - A política fiscal do Governo Socialista penaliza severamente o cidadão comum, enquanto a Estrutura do Poder continua a gastar desmesuradamente. _____________________ [...] Portugal adoptou -- ou, para ser mais exacto, foi-lhe imposto -- um regime político extremamente dispendioso, sendo isto verificável através dos custos brutais, por exemplo, que decorrem da estrutura do poder vigente, isto quer a nível central, quer a nível regional, quer a nível local. Esta constatação é óbvia e, por assim ser, vozes insuspeitas têm sublinhado a imperiosa necessidade de se extinguirem estruturas burocráticas de todo inúteis, mas que estão plasmadas e inseridas em todos os níveis da administração pública e cuja utilidade é nenhuma -- a não ser, evidentemente, para as clientelas políticas que as integram e delas fazem parte. |
|
Continuar...
|
|
|
Um Estado que esmifra quem trabalha, protege quem especula e subsidia quem não quer fazer nada (ou quem está preso!) além de privilegiar as cunhas de parentesco, “grupo” ou partidárias, é um Estado de um país sem futuro, à beira dos maiores precipícios.
__________________________ Já plantei árvores, tenho filhos e escrevi livros. Posso, pois, segundo um ditado popular, partir desta vida e passar a outra “dimensão”. Mas lamento já cá andar há 56 anos e não ver melhorar um rol de coisas extenso, que não pára de aumentar. E da melhoria das pequenas coisas se poderia partir para outras mais importantes. Foi desse modo que Nova Iorque se tornou, possivelmente, mais segura, hoje em dia, que Lisboa…
|
|
Continuar...
|
|
Prima sedes a nemine iudicatur |
|
|
|
"Prima sedes a nemine iudicatur", "A Sede Apostólica Romana não pode ser julgada por ninguém", estabelece o cânone 1404 do Código de Direito Canónico actualmente em vigor. As origens deste axioma sobre a impossibilidade de julgar o Papa são antigas e gloriosas. Formulado por São Gregório VII, na Dictatus Papae (1075), contra o cesaro-papismo alemão, ele foi proclamado por Bonifácio VIII na bula Unam Sanctam (1302), contra o galicanismo de Filipe o Belo, e definido pelo Concílio Vaticano I (1870), contra o laicismo liberal. É desta afirmação de princípio que tem de partir uma reacção contra as agressões do relativismo contemporâneo que não queira ser tímida nem pretensiosa. |
|
Continuar...
|
|
Não há dúvida nenhuma que Marcelo Rebelo de Sousa com a insistência que coloca no seu catolicismo, principalmente quando toma posições contrárias às da Igreja, é por muitos considerado o “pregador” dominical de maior audiência e de entre todos o que faz “sermões” mais longos.
|
|
Continuar...
|
|
Episcopado e Poder Político |
|
|
|
Se a atitude de Cavaco Silva foi vergonhosa ao promulgar a lei do chamado "casamento" homossexual, não menos desconcertante e inaceitável foi a posição que perante tal acto assumiu o Senhor Arcebispo D. Jorge Ortiga, ao afirmar que “Temos que nos adaptar a viver com todas estas situações, não discriminando ninguém” (Rádio Renascença, 20-05-2010). Sobre esta declaração comenta acertadamente o Rev. Padre Nuno Serras Pereira que "Daqui parece só se poder concluir que o Arcebispo de Braga e Presidente da Conferência Episcopal convida os fiéis a respeitar e, portanto, acatar uma “lei” gravemente injusta. Ora isto é exactamente o contrário do que a Sagrada Escritura, a Tradição e a Doutrina do Magistério da Igreja sempre ensinaram. Se há coisa que o cristão não pode respeitar e à qual não se pode adaptar é à iniquidade, à impiedade, à injustiça. Pelo contrário deve combatê-las com todas as suas forças, nunca se conformar com elas, recorrer à objecção de consciência e se necessário à desobediência civil, pois “importa mais obedecer a Deus que aos homens”. Faria melhor o Senhor D. Jorge Ortiga, bem como a Conferência Episcopal, em alertar os fiéis para isso mesmo, alumiando em particular aqueles que serão mais expostos a circunstâncias de possibilidade de cooperação com o mal."
|
|
Continuar...
|
|
|
|
|
|
|
Página 1 de 6 |