| O Estado leva-nos tudo! |
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__________________________ Já plantei árvores, tenho filhos e escrevi livros. Posso, pois, segundo um ditado popular, partir desta vida e passar a outra “dimensão”. Mas lamento já cá andar há 56 anos e não ver melhorar um rol de coisas extenso, que não pára de aumentar. E da melhoria das pequenas coisas se poderia partir para outras mais importantes. Foi desse modo que Nova Iorque se tornou, possivelmente, mais segura, hoje em dia, que Lisboa… Livros escrevi cinco, mas só deste último consegui auferir, até hoje, alguns direitos de autor. O mundo editorial não foge à pandemia geral (essa sim, real), de desonestidade em que vivemos. Já fui vítima de algumas coisas que se tornaram corriqueiras: deslizamento temporal das promessas de pagamento; falências, quiçá fraudulentas; desaparecimento do mercado por fraude; e até um “não tenho dinheiro para lhe pagar, pois ninguém me paga, olhe só lhe posso pagar em livros…”. João José Brandão Ferreira TCor/Pilav(Ref)
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Actualidades
Um atentado contra o nosso património, o nosso povo e o nosso desenvolvimento "A consolidação das nossas fronteiras políticas levou cerca de 100 anos ou quatro gerações (do Fundador a El-Rei Dom Afonso III, seu bisneto), mas o desenvolvimento e a consolidação de uma ortografia entre nós levou cerca de 700 anos (ou seja, mais de 20 gerações) desde o início do século XIII até finais do século XIX e inícios do século XX. |
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__________________________ O declínio dos nossos Valores dá lugar à ascensão do neo-paganismo "Privadas dos seus princípios legitimadores externos e superiores, as modernas sociedades europeias parecem ter sido como que atingidas pela síndrome da autodestruição. Corolário deste facto é o êxito que conhecem as seitas, a recuperação das superstições, o entusiasmo pela cartomancia, o culto das estrelas e o hedonismo, mas também a atracção pelo islamismo, que é simultaneamente uma espiritualidade de substituição de acesso fácil e um instrumento de autopunição particularmente atractivo para a alma europeia suicidária e autoflagelatória." |
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_________________________ A ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA
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Um Estado que esmifra quem trabalha, protege quem especula e subsidia quem não quer fazer nada (ou quem está preso!) além de privilegiar as cunhas de parentesco, “grupo” ou partidárias, é um Estado de um país sem futuro, à beira dos maiores precipícios.
"A consolidação das nossas fronteiras políticas levou cerca de 100 anos ou quatro gerações (do Fundador a El-Rei Dom Afonso III, seu bisneto), mas o desenvolvimento e a consolidação de uma ortografia entre nós levou cerca de 700 anos (ou seja, mais de 20 gerações) desde o início do século XIII até finais do século XIX e inícios do século XX.
"O mundo tem de se tornar muçulmano. [...] Há 50 milhões de muçulmanos na Europa. Há sinais de que Alá pretende fazer triunfar o Islão na Europa, sem o recurso aos sabres ou a outras armas de conquista militar. Estes 50 milhões de muçulmanos vão transformar a Europa num continente muçulmano em poucas décadas.
Afonso de Albuquerque - O Sonho da Índia
Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana
O que a Civilização Ocidental deve à Igreja Católica
A Islamização da Europa
Le Terrorisme Intelectuel - de 1945 à nos jours
O Mercado Livre numa Sociedade Cristã
Família Real