| Biografias |
|
|
|
|
Afonso de Albuquerque é a figura mais genial do império português do Oriente. Ora nos surge como marinheiro, ora como soldado, estadista, administrador ou diplomata, com a mesma competência e saber em todas as situações, pondo sempre as suas múltiplas faculdades ao serviço de um único fim: fundar um poderoso império no Oriente, exaltar o Rei e a Pátria, difundir a Fé. Muito avançado para a época, Afonso de Albuquerque governou gentes de outras raças sem as escravizar, respeitou-lhes os costumes e a religião, concedeu-lhe uma justiça que desconheciam , deixou-as participar no governo e preocupou-se com a educação e formação das novas gerações.Sempre limitado pela falta de homens, de navios, de dinheiro -- e muitas vezes pela pela incompreensão de El-Rei D. Manuel -- Afonso de Albuquerque estendeu a sua influência desde a Arábia até a China, de um modo especial na Índia e em Malaca, tendo dominado o Oceano Índico e transformado Portugal na mais importante potência europeia no Oriente. A nossa Província Ultramarina de Goa permanece até hoje como a grande glória da sua obra civilizadora, apesar de ocupada pela União Indiana desde 1961. Autora: Elaine Sanceau Editora: Edições Tenacitas, 2008, 310 págs. ISBN: 9789728758493
|
Actualidades
Um atentado contra o nosso património, o nosso povo e o nosso desenvolvimento "A consolidação das nossas fronteiras políticas levou cerca de 100 anos ou quatro gerações (do Fundador a El-Rei Dom Afonso III, seu bisneto), mas o desenvolvimento e a consolidação de uma ortografia entre nós levou cerca de 700 anos (ou seja, mais de 20 gerações) desde o início do século XIII até finais do século XIX e inícios do século XX. |
| Continuar... |
__________________________ O declínio dos nossos Valores dá lugar à ascensão do neo-paganismo "Privadas dos seus princípios legitimadores externos e superiores, as modernas sociedades europeias parecem ter sido como que atingidas pela síndrome da autodestruição. Corolário deste facto é o êxito que conhecem as seitas, a recuperação das superstições, o entusiasmo pela cartomancia, o culto das estrelas e o hedonismo, mas também a atracção pelo islamismo, que é simultaneamente uma espiritualidade de substituição de acesso fácil e um instrumento de autopunição particularmente atractivo para a alma europeia suicidária e autoflagelatória." |
| Continuar... |
_________________________ A ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA
|
| Continuar... |








Afonso de Albuquerque - O Sonho da Índia
"A consolidação das nossas fronteiras políticas levou cerca de 100 anos ou quatro gerações (do Fundador a El-Rei Dom Afonso III, seu bisneto), mas o desenvolvimento e a consolidação de uma ortografia entre nós levou cerca de 700 anos (ou seja, mais de 20 gerações) desde o início do século XIII até finais do século XIX e inícios do século XX.
"O mundo tem de se tornar muçulmano. [...] Há 50 milhões de muçulmanos na Europa. Há sinais de que Alá pretende fazer triunfar o Islão na Europa, sem o recurso aos sabres ou a outras armas de conquista militar. Estes 50 milhões de muçulmanos vão transformar a Europa num continente muçulmano em poucas décadas.
Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana
O que a Civilização Ocidental deve à Igreja Católica
A Islamização da Europa
Le Terrorisme Intelectuel - de 1945 à nos jours
O Mercado Livre numa Sociedade Cristã
Família Real