| Doutrina Monárquica |
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Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romanaEsta obra do ilustre pensador e escritor católico, Plínio Corrêa de Oliveira, foi editada simultaneamente em Portugal, Espanha, França, Itália, Reino Unido e Estados Unidos, em 1993, sendo posteriormente publicada na Áustria, na Alemanha, no Brasil e em diversos países da América espanhola. A difusão desta obra, que contou na sua edição portuguesa com o Prefácio do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, propiciou brilhantes e concorridas sessões de lançamento, em diversos ambientes intelectuais e sociais, reunindo grupos de estudo que se dedicaram a analisar e a reflectir sobre a temática do livro, bem como a difundir os seus princípios. Digno de nota é o grande interesse demonstrado por muitos jovens, com ou sem ascendência aristocrática, pelas matérias tratadas no livro, o que de si denota uma viragem marcante nas tendências profundas da sociedade actual. Em Roma foi fundada, sob o patrocínio da Princesa Elvina Pallavicini e do Marquês Luigi Coda Nunziante, a associação internacional Noblesse et Tradition, que propõe nos seus estatutos “a defesa dos valores nobiliárquicos tradicionais no campo cultural e social”, à luz dos princípios expostos na obra de Plinio Corrêa de Oliveira. Autor: Plínio Corrêa de OliveiraTítulo: Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza RomanaEditora: Livraria Civilização Editora, 1993, 328 págs.ISBN - Nº 972-26-1123-2 |
Actualidades
Um atentado contra o nosso património, o nosso povo e o nosso desenvolvimento "A consolidação das nossas fronteiras políticas levou cerca de 100 anos ou quatro gerações (do Fundador a El-Rei Dom Afonso III, seu bisneto), mas o desenvolvimento e a consolidação de uma ortografia entre nós levou cerca de 700 anos (ou seja, mais de 20 gerações) desde o início do século XIII até finais do século XIX e inícios do século XX. |
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__________________________ O declínio dos nossos Valores dá lugar à ascensão do neo-paganismo "Privadas dos seus princípios legitimadores externos e superiores, as modernas sociedades europeias parecem ter sido como que atingidas pela síndrome da autodestruição. Corolário deste facto é o êxito que conhecem as seitas, a recuperação das superstições, o entusiasmo pela cartomancia, o culto das estrelas e o hedonismo, mas também a atracção pelo islamismo, que é simultaneamente uma espiritualidade de substituição de acesso fácil e um instrumento de autopunição particularmente atractivo para a alma europeia suicidária e autoflagelatória." |
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_________________________ A ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA
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Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana
"A consolidação das nossas fronteiras políticas levou cerca de 100 anos ou quatro gerações (do Fundador a El-Rei Dom Afonso III, seu bisneto), mas o desenvolvimento e a consolidação de uma ortografia entre nós levou cerca de 700 anos (ou seja, mais de 20 gerações) desde o início do século XIII até finais do século XIX e inícios do século XX.
"O mundo tem de se tornar muçulmano. [...] Há 50 milhões de muçulmanos na Europa. Há sinais de que Alá pretende fazer triunfar o Islão na Europa, sem o recurso aos sabres ou a outras armas de conquista militar. Estes 50 milhões de muçulmanos vão transformar a Europa num continente muçulmano em poucas décadas.
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O que a Civilização Ocidental deve à Igreja Católica
A Islamização da Europa
Le Terrorisme Intelectuel - de 1945 à nos jours
O Mercado Livre numa Sociedade Cristã
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